Adufac

Associação de Docentes da Universidade Federal do Acre

  • Com muitos produtos artesanais e da agricultura familiar, conheça as trabalhadoras que estão nos bastidores dessa produção e quem faz a Feirinha Agroecológica da Adufac acontecer!

    📍 Além disso, vale lembrar que nessa sexta (11/09) não haverá feira! Mas voltamos com tudo na próxima sexta dia 18 de setembro. Anota no calendário!

    🗓️ Nos vemos na sexta-feira que vem!

    Nenhum sindicato sozinho consegue enfrentar o Governo Federal. A luta pelo serviço público só tem força quando é nacional e unificada.
    É pra isso que existem o FONASEFE, o FONACATE e a CONDSEF. São esses espaços que juntam dezenas de entidades de todo o país em torno das mesmas pautas: reajuste salarial, recomposição do orçamento, concursos e a defesa do serviço público.


    O FONASEFE une a diversidade do funcionalismo.
    O FONACATE garante a defesa das carreiras estratégicas do Estado.
    A CONDSEF organiza a base, quem está no dia a dia da administração direta, autarquias e fundações.
    Sem essa articulação nacional, nos isolamos e enfraquecemos a luta. Com ela, temos força para negociar, mobilizar e ocupar as ruas de forma unificada. O ANDES-SN integra o FONASEFE justamente por acreditar nessa construção coletiva. É lá que ajudamos a organizar a mobilização, participamos das mesas com o governo e dos atos nacionais.


    Defender o serviço público é uma luta coletiva e nacional!

  • Hoje, no Segunda com Ciência, apresentamos a pesquisa da professora Iara Andrade de Oliveira, docente de Psicologia Social da Universidade Federal do Acre (UFAC), com atuação na área de Comunidades, Movimentos Sociais e Políticas Públicas.

    Tema da tese de doutorado da pesquisadora, o classismo foi a base para que, a convite do Observatório Permanente dos Preconceitos nas Escolas de Sergipe (OPPES), ela coordenasse a comissão responsável pela elaboração de um protocolo contra o preconceito de classe nas escolas.

    O objetivo do protocolo foi oferecer às escolas um instrumento prático e acessível para identificar, prevenir e enfrentar situações de preconceito de classe, orientando gestores, professores e demais profissionais sobre como agir, acolher as vítimas e promover ações educativas de respeito à diversidade social desde os anos iniciais.

    O enfrentamento do classismo exige compromisso coletivo de escolas, famílias e sociedade na construção de uma cultura de respeito e inclusão. Combatê-lo é fundamental para que a escola seja, de fato, um espaço onde todos possam se desenvolver plenamente.

    Quem é a pesquisadora? 🔍

    Profa. Iara Andrade de Oliveira é doutora em Psicologia pela Universidade Federal de Sergipe (UFS) – 2026.

    📧 Contato: iara.oliveira@ufac.br

  • Representantes do ANDES-SN e do Conif se reuniram para discutir carreira docente, orçamento, contratação de docentes e de servidoras e servidores técnico-administrativos em educação, além de pendências do acordo de greve de 2024. As entidades manifestaram preocupação com o orçamento de 2027 e as dificuldades de diálogocom o MGI. No encontro, também mapearam estratégias de mobilização para o próximo período.

    Saiba mais: https://bit.ly/4A1ROom

  • A agricultura familiar unida à agroecologia transforma a terra em fonte de vida e produz a maior parte dos alimentos que chegam à mesa das pessoas. Esse modelo de produção mantém as famílias no campo com dignidade, valoriza o saber tradicional de cada região e fortalece a economia local por meio do comércio direto.

    Ao cultivar a terra totalmente sem venenos ou aditivos químicos, a agroecologia protege o solo, preserva a água e cuida da vida dos animais. Esse sistema utiliza a própria biodiversidade e a mistura de plantas para evitar pragas de forma natural, respeitando o tempo da terra sem agredir o meio ambiente.

    Como resultado desse cuidado, os produtos sem agrotóxicos levam mais saúde, sabor e nutrientes de verdade para o corpo de quem os consome. Escolher esses alimentos significa apoiar o trabalho coletivo de quem planta e garantir um futuro sustentável para as próximas gerações.

    Nesse cenário, o protagonismo feminino é fundamental, ganhando força e voz por meio das militantes do Movimento de Mulheres Camponesas (MMC). Com um projeto de agricultura camponesa agroecológica e feminista, elas lideram o cultivo de alimentos saudáveis. A luta dessas mulheres garante a soberania alimentar, combate à fome e demonstra que a preservação da saúde e da natureza passa necessariamente pela igualdade de gênero no campo.

  • Atividade promovida por ADUFAC, PPGLI-UFAC e Comitê Acreano de Luta pela Causa Palestina traçou linha entre gerações de jornalistas e artistas palestinos.

    A Associação dos Docentes da UFAC (ADUFAC), o Programa de Pós-Graduação em Letras: Linguagem e Identidade (PPGLI) e o Comitê Acreano de Luta pela Causa Palestina promoveram na tarde da última setxa-feira, 28/08, no auditório da pós-graduação da UFAC, a palestra “Permaneceremos enquanto permanecerem o zaatar e a oliveira”: a poética da itinerância de artistas e jornalistas palestinos”. 

    Ministrada pela professora Taghreed Abolyazeed Hashem Alroshdy, docente do Departamento de Língua Portuguesa da Aswan University (Egito) e mestranda do PPGLI/UFAC, a palestra refletiu sobre a trajetória da resistência cultural palestina, traçando uma linha de continuidade entre diferentes gerações de intelectuais, jornalistas e artistas mortos na luta pela causa palestina.

    De Ghassan Kanafani a Refaat Alareer, de Shireen Abu Akleh a Anas Al-Sharif, de Naji Al-Ali a Heba Zagout e outros artistas palestinos contemporâneos, a palestrante mostrou que a Nakba continua, assim como a violência e as tentativas sistemáticas de silenciamento e apagamento do povo palestino.

  • A inclusão de docentes e servidoras e servidores técnico-administrativos em educação das instituições federais de ensino entre as categorias beneficiadas pelo adicional de fronteira foi aprovada nessa terça-feira (1º) pela comissão mista do Senado que analisa a Medida Provisória (MP) 1.375/2026. O texto amplia o alcance da indenização e inclui municípios da Amazônia Legal entre as localidades consideradas estratégicas e segue agora para votação na Câmara dos Deputados.

    A medida é uma reivindicação defendida pelo ANDES-SN e busca contribuir para a atração e a permanência de servidoras e servidores públicos federais em regiões de fronteira e de difícil fixação de profissionais.

    O projeto de lei de conversão (PLV) apresentado pelo relator, senador Eduardo Gomes (PL-TO), ampliou o número de carreiras contempladas e elevou o valor da indenização. A MP enviada pelo governo federal previa o pagamento de R$ 91 por dia de efetivo trabalho. Pelo texto aprovado na comissão, o valor passa para R$ 191. O novo valor terá efeitos financeiros a partir de 1º de janeiro de 2027 e poderá ser corrigido periodicamente pelo Poder Executivo.

    Para o ANDES-SN, a inclusão do magistério federal representa um avanço importante diante das dificuldades enfrentadas por docentes que atuam em regiões de fronteira e na Amazônia Legal.

    “Algumas categorias de servidores públicos federais, inclusive dos ex-territórios federais, foram contempladas, entre elas docentes e técnico-administrativos em educação das instituições federais de ensino. A Amazônia Legal também está incluída no escopo do benefício a ser concedido aos servidores que atuarem nessa região. No entanto, não foi contemplada a deliberação do ANDES-SN que propunha a inclusão do semiárido nordestino entre as áreas abrangidas pelo benefício”, destacou Jacob Paiva, 3º secretário do ANDES-SN e integrante do Grupo de Trabalho de Política Educacional (GTPE) da entidade.

    Segundo o diretor, a atuação das entidades sindicais foi fundamental para a ampliação do alcance da medida. “Também ficou evidente a participação muito ativa dos sindicatos para que essa ampliação do benefício avançasse e obtivesse consenso na comissão”, afirmou.

    Amazônia Legal
    Uma das principais mudanças aprovadas pela comissão é a possibilidade de que municípios da Amazônia Legal sejam classificados como localidades estratégicas mesmo quando não estiverem situados na faixa de fronteira. Para definir as localidades, serão considerados critérios como a localização em região de fronteira ou na Amazônia Legal e a dificuldade de fixação de servidoras e servidores. A lista dos municípios será elaborada e divulgada pelo Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI).

    A inclusão da Amazônia Legal é especialmente relevante para instituições federais de ensino localizadas em áreas que enfrentam dificuldades para atrair e manter profissionais. Com a aprovação do texto, docentes, técnicas e técnicos que estejam em exercício em unidades situadas nos municípios considerados estratégicos poderão receber a indenização.

    O texto estabelece ainda que não poderá haver tratamento diferenciado entre órgãos ou entidades localizados em uma mesma cidade e dispensa a comprovação individual de atuação direta, permanente ou ostensiva em atividades de campo, fiscalização externa ou repressão.

    A indenização poderá ser acumulada com diárias, mas não com outro adicional de mesma natureza. O PLV também prevê o pagamento em determinadas situações de deslocamento, operações, missões e atividades temporárias realizadas em localidades estratégicas.

    Ex-territórios  
    O PLV também altera regras para servidoras e servidores dos antigos territórios federais. Técnicas e técnicos em educação do Amapá, de Roraima e de Rondônia poderão ser enquadrados na carreira das servidoras e servidores técnico-administrativos em educação.  

    O texto amplia ainda as possibilidades de enquadramento de pessoas que comprovem determinados vínculos com a administração pública dos antigos territórios, dos estados e dos municípios do Amapá e de Roraima, além de empresas públicas e sociedades de economia mista, desde que cumpridos os requisitos previstos em lei.  

    Tramitação
    Após a aprovação na comissão mista, a proposta precisa ser analisada pela Câmara dos Deputados. Ao final da votação, o presidente da sessão destacou a responsabilidade do senador Randolfe Rodrigues (PT-AP), líder do governo no Congresso, de acompanhar a tramitação da matéria e contribuir para que ela avance até a sanção pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

    Para o diretor do ANDES-SN, a aprovação na comissão representa um passo importante e a entidade seguirá acompanhando a tramitação da proposta para garantir a manutenção da inclusão do magistério federal e a efetivação do benefício para docentes que atuam nas localidades contempladas.

    Com informações da Agência Senado

  • O ANDES-SN manifesta indignação com a aprovação, pelo Senado Federal, do Projeto de Lei nº 278/2026, que institui o Regime Especial de Tributação para Serviços de Datacenter (Redata). O PL foi aprovado em 1º de setembro de 2026, sem alterações de mérito, e segue
    para sanção presidencial.

    O projeto estabelece incentivos fiscais para empresas que instalem ou ampliem centros de processamento de dados no país (data centers), com a suspensão de tributos federais incidentes sobre determinados equipamentos e insumos. Segundo informações divulgadas pelo Senado, a medida representa uma renúncia tributária estimada em R$ 5,2 bilhões em 2026 e
    R$ 1 bilhão em cada um dos dois anos seguintes.

    O ANDES-SN considera inadmissível que a expansão de uma infraestrutura, como a de data centers, seja orientada prioritariamente pela atração de investimentos privados e pela concessão de benefícios fiscais. Os data centers concentram capacidade de processamento e armazenamento de dados e demandam enormes volumes de energia e água, além de
    infraestrutura de telecomunicações, o que gera impactos socioambientais que podem atingir, de forma particularmente grave, territórios indígenas, tradicionais e quilombolas. A infraestrutura digital, portanto, é também uma questão de soberania nacional e não pode ser subordinada aos interesses e à lógica de acumulação das grandes corporações de concentração
    de dados, conhecidas como big techs e não funcionar como transferência de recursos públicos para as grandes corporações do Vale do Silício.

    A expansão dos data centers deve estar submetida a critérios públicos rigorosos quanto à localização, ao consumo de recursos naturais, à matriz energética e aos impactos sobre os territórios e as populações. A transição energética e digital não pode ser dissociada da emergência climática e da necessidade de justiça socioambiental.

    Também é fundamental impedir que a expansão da infraestrutura digital aprofunde a dependência tecnológica brasileira em relação ao imperialismo ecológico imposto pelas big techs. Para o ANDES-SN, é necessário fortalecer o orçamento público destinado às universidades, autarquias e instituições de pesquisa que produzem ciência e tecnologia, garantindo o controle público, a auditabilidade, a interoperabilidade e a proteção dos dados do Estado brasileiro. A aprovação do Redata, sem um amplo debate com a sociedade, reforça a necessidade de discutir a destinação dos recursos públicos destinados à política de inteligência artificial e à infraestrutura digital.

    O ANDES-SN reafirma a defesa de políticas de ciência e tecnologia orientadas pelo interesse público, pela soberania nacional e pela garantia dos direitos sociais. A expansão da infraestrutura digital deve estar articulada ao fortalecimento das universidades públicas, dos institutos federais, das instituições públicas de pesquisa e das empresas estatais, assegurando
    que o conhecimento, os dados e a infraestrutura nacional estejam a serviço da sociedade brasileira.

    O Sindicato Nacional exige que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva vete o Redata, impedindo que recursos públicos sejam utilizados para ampliar a concentração econômica e tecnológica e aprofundar a dependência do país em relação às big techs e aos interesses do imperialismo. O ANDES-SN reafirma a defesa de uma política de ciência, tecnologia e infraestrutura digital orientada pela soberania nacional, pela justiça socioambiental e pautada pelos interesses da classe trabalhadora.

    Lula, vete o Redata!
    Veta, Lula!
    Pela soberania nacional e digital brasileira!
    Em defesa da justiça climática e socioambiental!
    Recursos públicos para o interesse público, não para as big techs!

    Brasília, 2 de setembro de 2026.
    Diretoria do ANDES-Sindicato Nacional

  • A PM de Minas Gerais despejou, nessa terça-feira (1º), famílias que ocupavam uma área rural em Uberlândia (MG), ligada ao Banco Master. A ocupação havia sido foi realizada em 30 de agosto pelo Movimento Terra, Trabalho e Liberdade (MTL), como forma de denunciar a situação da propriedade e reivindicar o cumprimento da função social da terra. A ocupação reuniu aproximadamente 150 famílias, muitas delas já cadastradas junto ao Incra.

    Saiba mais: https://bit.ly/4gwygAC

  • A CNDB (Carteira Nacional Docente do Brasil) é um documento de identificação oficial emitido pelo Ministério da Educação (MEC) que reconhece a profissão de professor em todo o território nacional.

    A carteira facilitará o acesso a vantagens já garantidas aos professores, como descontos em eventos culturais, e a benefícios exclusivos do programa Mais Professores para Brasil. A CNDB tem status de documento oficial e tem validade por dez anos em todo o território nacional. O documento garante meia-entrada em eventos culturais e acesso aos benefícios do programa Mais Professores para o Brasil.

    Quem tem direito?

    Professores e professoras em efetivo exercício, de todos os níveis e etapas da educação (da Educação Básica ao Ensino Superior), em redes públicas ou privadas, com CPF regular. Como solicitar? 

    Passo a passo:

    Todo o processo é digital e feito pelo portal Mais Professores:

    1. Acesse o portal oficial: https://maisprofessores.mec.gov.br/ ou https://www.gov.br/pt-br/servicos/solicitar-carteira-nacional-docente-do-brasil
    2. Cliquem em Entrar com gov.br e faça login com seu CPF e senha (conta nível Bronze, Prata ou Ouro).
    3. O sistema verificará automaticamente sua elegibilidade. Seus dados e vínculos como docente aparecerão na tela.
    4. Confira suas informações pessoais. Se houver erro, solicite a correção à sua instituição empregadora.
    5. Preencha seu endereço completo e envie uma foto recente (de frente, com boa iluminação).
    6. Visualize a prévia e confirme a emissão para baixar sua carteira digital.

    ESTÁ COM DIFICULDADE PARA EMITIR?

    A ADUFAC oferece plantão de apoio presencial para docentes sindicalizados:

    Todas as quintas-feiras de setembro

    Manhã: 8h às 12h

    Tarde: 14h às 17h

    Local: Sede da ADUFAC.

    Para os e as docentes de Cruzeiro do Sul, o suporte é online, basta solicitarem o link do Google Meet à secretaria da Adufac via email ou whatsapp.